The Lifestyle Coach

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Praça de Alegria 29 de Maio de 2012.

Todays TV Show talking about exercise and weight loss.

  • 3 days ago
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Sugestões simples da Equipa de Cuidados na Comunidade do ACES Gondomar.

  • 4 days ago
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Exercise is like fertilizer for the brain
John Ratey
  • 2 weeks ago
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Não há Pílulas Milagrosas, vou dizer outra vez, Não há Pílulas Milagrosas!

  • 2 weeks ago
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Crónicas de Odense II

Os Dinamarqueses podem ser um tanto acanhados e centrados no seu próprio umbigo. Mas, quando chega a altura de planear onde, e como querem viver, temos que lhes tirar o chapéu.

Em Odense, vive-se plenamente todo o território, com um planeamento urbano que contempla o factor humano primeiro, o carro depois. E existe muito verde, a natureza não está lá para ser uma coutada de privilegiados, ela é partilhada e cuidada para usufruto de todos.

E as famílias usufruem destes espaços, quer a correr, quer a passear pelos trilhos de bicicleta, quer em passeios de canoa pelo riacho. Ou fazer umas panquecas, assadas na brasa.

Assim, se cumpre uma máxima da Saúde Pública - A opção mais saudável, é a opção mais fácil.

Cuidar do espaço implica tratar cada parque, cada caminho como se fosse a nossa prórpria casa, sem deitar lixo para o chão.

Por vezes fico tão assombrado com esta visão que até penso que me devo ter esquecido de comprar o bilhete e não tarda nada vão correr comigo para fora do Éden.

A cidade convida, e ver imensas pessoas de várias idades a praticar exercício é um factor que reforça a nossa motivação para sair e ir também por aí a explorar esta natureza, mesmo que por esta altura, Maio, a temperatura não suba acima dos 11ºC.

Não admira portanto que com estas infra-estructuras tenhamos pessoas mais dispostas a sair para se exercitarem e conseguirem ter oportunidade de viver o espaço, o seu território de forma segura e serena.

Odense herdou o seu nome de Odin, um deus viking, e podemos afirmar que este é o seu  Jardim do Paraíso, pelo menos para quem gosta de sair por aí a pedalar.

Abraço,

Miguel

  • 2 weeks ago
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Crónicas de Odense I

O primeiro sinal de que estamos numa terra distinta da nossa é o silêncio, a calma com que pessoas e veículo circulam pelas ruas desta cidade com mais de 1000 anos.

Depois começamos a observar com atenção outros pormenores e ressalta a limpeza e o asseio das ruas. E isto não acontece porque andem os varredores para cima e para baixo. Simplesmente, as pessoas são civilizadas, e tratam o espaço público como se estivessem no interior das suas casas.

Com infra-estructuras dedicadas aos ciclistas Odense inspira segurança e organização na circulação quotidiana. Em cada cruzamento existe um sistema de semáforos próprio para as bicicletas que dá frequentemente a prioridade de passagem aos ciclistas.

Mas posso dizer que com uma bicicleta como a que aluguei não é pêra doce pedalar por aí. Desenganem-se os seguidores do Copenhagenize que isto aqui é muito suave. 

No Porto, quando sigo para o trabalho faço um esforço menor…

Aqui sua-se, não muito, mas sua-se…

Este povo é tão saudável, civilizado e calmo que até mete impressão. Por este andar chego a Portugal 10 anos mais novo.

Falta a espontaneidade latina e o ruído das pessoas a falar, mas existe um sentido de responsabilidade colectiva muito grande.

São muito focados e determinados. E têm tudo controlado ao minuto, senão vejamos a minha rotina.

Levantar às 6h30. Pequeno almoço às 7h30 com um muesli delicioso com iogurte, uma caneca de café (fraquinho) para o caminho e uma peça de fruta.

Almoço às 12h com uma sanduiche com fiambre, queijo, ovo cozido e rodelinhas de tomate. Água natural “del cano” para beber.

Jantar às 17h30, onde aí se ouve um pouco mais de ruído do que normalmente ouvimos numa missa em Portugal, e onde a refeição é mais generosa, mas sempre com uma componente de fruta e salada muito grande.

O pão é cozido todas as manhãs e ao jantar e cada um pega na faca e vai retirar uma fatia (ou mais) para si próprio.

Mesas simples, sem tabuleiros ou toalhetes, cadeiras ao melhor estilo nórdico (IKEA) e rapidamente se despacha o jantar, que é aquilo que eu vou fazer agora e tenho que ir depressa, que às 18h30 não há mais nada para ninguém….

Fotos e vídeos nos próximos dias..

Knus (Abraço)

Miguel

  • 3 weeks ago
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Municipality of Odense

The First City to Focus on Cycling
Ten years ago, Odense took the lead in pioneer work as the Danish National Cyclist City; today, cycling is the strongest landmark of Odense. Now, cyclists in Odense benefit from 500 km of cycling lanes, tire pumps, cycle-counters, indoor and secured parking spaces, and many street intersections with first priority for cyclists. 
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Municipality of Odense

The First City to Focus on Cycling

Ten years ago, Odense took the lead in pioneer work as the Danish National Cyclist City; today, cycling is the strongest landmark of Odense. Now, cyclists in Odense benefit from 500 km of cycling lanes, tire pumps, cycle-counters, indoor and secured parking spaces, and many street intersections with first priority for cyclists. 

  • 1 month ago
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Coração Sofre.

Mais uma triste notícia sobre uma fatalidade num evento de BTT. Faz-nos pensar sobre o esforço a que nos sujeitamos e na necessidade de nos preparamos convenientemente.

  • 1 month ago
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Maratonas Assassinas?

E ao quilómetro 40 ela caiu. Sem forças, o corpo dormente, uma náusea a crescer nas entranhas e, na mente, um só pensamento, uma só imagem, um só objectivo - a chegada.

“Só mais um pouco, um passo de cada vez, estou quase…”. Um esforço levado ao extremo, uma dissonância entre corpo e mente, na esperança da vã glória de conquistar a maratona, o orgulho de ter mais uma história de superação pessoal para inspirar a admiração e, porventura, a inveja de muitos.

O coração, esse companheiro fiel de uma vida, que trabalha sempre, sem descanso, abdicou no quilómetro 40 e Claire Squires morreu. 

A sua história correu mundo. Claire participou na Maratona de Londres, juntamente com 37 000 outros atletas amadores. Claire corria para angariar fundos para os Samaritanos e à partida apenas tinha recolhido cerca de 500€. Depois do fatal desenlace as doações atingiram 600 000€.

Tinha 30 anos de idade e uma vida preenchida de alegria, um estilo de vida activo, onde a actividade física era uma prioridade. Mas Claire queria mais. Queria o que todos os outros 37 000 queriam. A incrível sensação de poder, uma gargalhada incontrolável de pura alegria, apesar da exaustão, e o reconhecimento de uma façanha pessoal que nos destaca na multidão.

Claire foi a 11ª vítima mortal na história da maratona de Londres desde 1981.

Para mim o cerne da história vai para além da cruel ironia da multiplicação das doações para os Samaritanos após a sua morte. Afinal, a maior parte dos que conseguem inscrever-se na maratona de Londres fazem-nos através de “charities” a quem são atribuídos ingressos para apoiarem causas de relevo social.

Claire correu pelos Samaritanos, numa missão de autoflagelação e sacrifício?

De maneira nenhuma. Claire correu, em primeiro lugar, por si mesma. Depois, correu pelos Samaritanos.

O cerne da questão está na crescente participação de atletas amadores em eventos de endurance e “ultra-endurance”.

Desde a década de 90 que as maratonas, o triatlo, o BTT vêem cada vez mais pessoas a praticarem exercício físico que acarreta um trabalho intenso do seu sistema cardio-vascular, que em oposição ao músculo esquelético, não tem o privilégio de poder parar para descansar.

Existe uma crescente evidência científica a apontar para as consequências da prática de actividades de longa duração, em particular as alterações da função cardíaca, a elevação dos marcadores bioquímicos de lesão do músculo cardíaco, a desidratação e a hiponatrémia resultante da ingestão inadequada de água em quantidades excessivas, a infame “intoxicação por água”.

Mas, quererá isto dizer que participar neste tipo de eventos está vedado ao comum dos mortais? Tratam-se de actividades de alto risco? Não creio.

Com a prática regular, orientada por uma progressão em termos de carga, duração e intensidade ( pelo menos 3 h/semana de actividade vigorosa) e salvaguardada a devida atenção com a monitorização da função cardíaca, a probabilidade de ter um infarto do miocárdio é 22% menor do que em indivíduos sedentários.

Vivemos numa sociedade do imediato. Aliás, fico surpreendido se ainda está a ler este post, que já vai longo…

Ninguém tem tempo para treinar. Na melhor das hipóteses vamos 2x semana ao ginásio para uma corridinha na passadeira ou uma aula de RPM.

Muita gente tem excesso de peso. E controlar a alimentação é um desafio complicado de gerir.

Todos queremos ser eternamente jovens, vigorosos, belos e sem rugas. Daí à maratona (a pé ou de bicicleta) vai um pequeno passo (pedalada).

Ouvimos relatos das “coças” épicas que muitos levam após 10h de suplício em cima da bicicleta em maratonas como a de Serpa (160km), ou das tiradas duras e empenadas dos 5 Cumes (Barcelos) ou da Travessia de Portugal (de Bragança a Sagres) ou ainda do famoso Caminho de Santiago.

Ouvimos e lemos as tristes histórias de participantes que faleceram em prova. Mas, já não sabemos a quantos a morte bateu à porta nas 24 a 48h após o esforço violento que fizeram.

Quantos dos amadores fizeram um exame médico desportivo? Quantos consultaram o seu médico de família e realizaram um electrocardiograma com prova de esforço?

Daí que assola-me a dúvida sobre os efeitos que amadores sofrem após participarem em eventos desta natureza, e é por isso que na FADEUP/ CIAFEL estamos a investigá-los.

Para que as Maratonas não sejam Assassinas…

  • 1 month ago
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O Desafio da Primavera da Praça da Alegria - A Cláudia já perdeu 10kg! Parabéns a todo o trabalho realizado pela Cláudia e pelos amigos da PURE Training Solutions.

  • 1 month ago
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As Dietas Não Funcionam,
É preciso Aprender a Comer!


Miguel Rego, Nutricionista,
Mestre em Saúde Pública,
"Lifestyle Coach" e...Cicloentusiasta!

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